quarta-feira, 12 de novembro de 2008

concientização para prevenção do Cancêr de Mama






Esse mousepad foi criado pela Lem, Shanghai/China, para a concientização da necessidade do auto exame para a prevenção do cancêr de mama.

Quer sentir a sensação de como é dirigir um carro conversível?



Para lançar o EOS Conversível, a agência DDB, de Sydney/Austrália, deu a clientes potenciais três posters para que eles tivessem a sensação de como é dirigir um carro conversível.

Buscando emprego em Hong Kong?







Propaganda do site de busca de empregos Monster.com criada pela JWT, de Hong Kong.

Criada pela Zapping/M&C Saatchi







Propaganda da Rede de Hotéis NH, feita em aviões da Iberia, onde em cada protetor de assento existia uma atividade que pode ser realizada nos hotéis da rede, como golf, praia, sauna etc. Criada pela Zapping/M&C Saatchi, da Espanha.

Mission Zero




A agência Leo Burnett, de São Paulo, desenvolveu um kit para presentear aos principais clientes da Pirelli incentivando-os a assistir o filme feito exclusivamente para a internet e estrelado por Uma Thurman chamado Mission Zero e conferir a performance do P Zero.

Cruz Vermelha




Propaganda da Cruz Vermelha criada pela agência Lem, de Shanghai/China.

Campanha Galeto's Cultural






Criada pela Full Jazz, do Brasil, essa série especial de pratos do Restaurante Galeto's foi feita para a campanha Galeto's Cultural, que dava desconto nos cinema aos clientes do restaurante.

"Você só pode ter certezada taxa de juros do seu cartão de crédito".



O Banco do Chipre espalho cartazes dentro e em pontos de ônibus com perguntas do tipo: "Eu vou chegar a tempo?", "Ele é casado?", "Meu zíper está aberto?", "Eu desliguei o aquecedor?", "Será que vai chover?", "Ele está olhando para mim?", "Eu vou conseguir aquele emprego?" etc. e a resposta "Você só pode ter certezada taxa de juros do seu cartão de crédito". Criada pela Leo Burnett, de Atenas/Grécia.

"Você só pode ter certezada taxa de juros do seu cartão de crédito".



O Banco do Chipre espalho cartazes dentro e em pontos de ônibus com perguntas do tipo: "Eu vou chegar a tempo?", "Ele é casado?", "Meu zíper está aberto?", "Eu desliguei o aquecedor?", "Será que vai chover?", "Ele está olhando para mim?", "Eu vou conseguir aquele emprego?" etc. e a resposta "Você só pode ter certezada taxa de juros do seu cartão de crédito". Criada pela Leo Burnett, de Atenas/Grécia.

Net Vírtua




Propaganda criada pela Talent, de São Paulo, para o provedor de internet Net Vírtua.

Chamar a atenção para a importância do uso do cinto de segurança.




Criada pela TBWA, de Vienna/Austria, para o bmvit Ministério de Trânsito, essa propaganda visa chamar a atenção para a importância do uso do cinto de segurança.

Washington Luiz Olivetto (São Paulo, 29 de setembro de 1952) é um publicitário brasileiro, responsável por algumas das campanhas mais marcantes da propaganda nacional.

Cursou a faculdade de publicidade pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), mas nunca concluiu. Redator, começou a carreira na Harding-Jiménez, depois passaria a trabalhar na Lince e na DPZ, em 1974, onde ganharia o primeiro leão de ouro da publicidade nacional no Festival de Cannes, com o filme Homem com mais de quarenta anos. Na mesma agência, faria dupla de criação com o diretor de arte Francesc Petit e realizou inúmeros trabalhos premiados. A dupla ainda foi responsável pela criação do garoto-propaganda da Bombril, com o ator Carlos Moreno, que acabou indo parar nas páginas do Guinness Book como o garoto-propaganda de maior tempo de permanência no ar ao longo dos anos, a partir do décimo sexto ano de execução e mais de 160 filmes. Ainda na DPZ chegou a ser diretor de criação.

Saiu da DPZ para associar-se à agência de publicidade suíça GGK (tornando-se W/GGK), em 1986. Junto com os sócios Gabriel Zellmeister e Javier Llussá Ciuret, passariam a ter o controle total da agência e passaria a ser chamada de W/Brasil. Posteriormente, teria filiais nos Estados Unidos (W/USA), Portugal (W/Portugal) e Espanha (Alta Definición & Washington Olivetto, ou W/Espanha). A W/Brasil se tornaria uma das agências mais premiadas do mundo, com quase 1.000 prêmios, entre Leões no Festival de Cannes, Clio Awards, CCSP e outros. Ganhou 49 leões de Cannes (entre ouro, prata e bronze). Na W/Brasil, foi responsável pela criação de vários comerciais memoráveis, entre eles os filmes para a fabricante de sapatos Vulcabrás, o cachorro da Cofap, o casal Unibanco, entre outros. Os filmes Hitler (1989), para a Folha de São Paulo (o filme Hitler foi criado por Nizan Guanaes), e do Primeiro Sutiã (1988), para a Valisère, são os únicos comerciais brasileiros a constarem na lista mundial dos 100 maiores comerciais de todos os tempos.

Em 2005, foi lançada a biografia da sua empresa, Na toca dos leões, escrita por Fernando Morais, que narra sobre a sua vida e o seu seqüestro, no final de 2001. É diretor de criação e presidente da W/Brasil.

Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Washington_Olivetto"

no fundo, no fundo, gostava mesmo era de dormir com umas moças bem jovens


Mais uma biografia literalmente da pesada: “Dez! Nota Dez! Eu Sou Carlos Imperial”, do jovem e talentoso jornalista Denilson Monteiro. Imperial foi uma figuraça que influiu na carreira de nomes como Roberto Carlos, Tim Maia e Elis Regina. Foi compositor, ator, jornalista. produtor, diretor, político, o diabo a quatro, mas, no fundo, no fundo, gostava mesmo era de dormir com umas moças bem jovens, coisa que ele, com sua finesse, chamava de "abater umas lebres".
Um livraço. Divertido e dramático. Não deixem de ler.



Washington Olivetto

Os melhores livros sobre publicidade segundo Washington Olivetto

Ao ver sua agência completar 15 anos de existência, Washington Olivetto resolveu divulgar uma lista com o que, segundo ele, são os 10 melhores livros já escritos sobre publicidade. Das publicações indicadas, metade foi escrita por jornalistas. A outra metade, por publicitários. Nove dos livros, infelizmente, ainda não têm tradução para o português. Segundo a assessoria de imprensa da W/Brasil, a explicação é simples: apesar do Brasil se destacar no cenário internacional da publicidade, tanto o mercado editorial quanto o próprio mercado publicitário dos países de língua inglesa são muito superiores ao brasileiro. De todo modo, esta não deixa de ser uma oportunidade para você aprimorar o seu inglês e ainda aprender mais um pouco com quem realmente entende do assunto. Confira os títulos:

Confissões de um publicitário, David Ogilvy (NTC Publishing Group, 1994)

A história da fascinante carreira de David Ogilvy em publicidade, contada por ele mesmo. Seu início, na Inglaterra, copiando a publicidade que era feita nos EUA e apresentando-a para os clientes como se fosse original; sua brilhante e curta carreira de chef de cozinha em Paris; sua amizade com Alfred Hitchcock; seu trabalho no Gallup; a fundação da Ogilvy nos EUA; suas definições, seus conceitos e seus princípios. Ogilvy, que escreveu seu primeiro anúncio famoso para a Rolls Royce, acabou se transformando no Rolls Royce dos publicitários. E isso o livro deixa claro por quê.

Under the radar, Jonathan Bond e Richard Kirshenbaum (John Wiley & Sons, 1998)


O livro sobre publicidade favorito de Valerie Salembier, Publisher da revista Esquire; de Jack Trout, autor de clássicos sobre posicionamento e estratégia de negócios; de Roger Ailes, chairman da Fox Nes; de Robert F. Kennedy Jr e de muitos publicitários do primeiro time.

Disruption, Jean Marie Dru (John Wiley & Sons, 1996)
A França não se notabiliza por produzir grande publicidade nem grandes publicitários. Mas, curiosamente, são franceses os publicitários que escreveram alguns dos bons livros sobre o tema. Jacques Seguela escreveu o famoso “Não conte pra minha mãe que eu trabalho em publicidade porque ela pensa que eu sou pianista de um bordel”, que poderia estar perfeitamente nesta lista. Mas a opção foi pelo Disruption, por ser mais recente e exaltar o assumir riscos, acreditar na intuição e rejeitar o convencional.

100 best TV commercials and why they worked, Bernice Kanner (Crown, 1999)


Trabalho sério de pesquisa que envolveu profissionais do mundo inteiro e chegou à seleção dos 100 melhores comerciais de todos os tempos. Mostra o porquê e como eles foram criados e produzidos e que efeitos geraram. As histórias são completas, as ilustrações perfeitas e o livro, mesmo sendo didático, consegue ser divertido. Na lista dos 100 melhores de todos os tempos, dois comerciais brasileiros: Primeiro Sutiã (Valisère) e Hitler (Folha de S.Paulo).

Bill Bernbach’s book, Bob Levenson (Villard Book NY, 1987)
A criação de Bill Bernbach mudou a história da publicidade. No livro, uma coleção de clássicos da Volkswagen, Avis, Chivas Regal, Móbil, Porsche, etc. que conseguem encantar e surpreender até hoje o mais exigente dos leitores e o mais criterioso dos publicitários.

Inventing Desire, Karen Stabiner (S & S NY, 1993)

Boa parte da fascinante e turbulenta história da Chiat/Day, agência sensação no mercado americano a partir dos anos 80, responsável pelo sucesso de marcas como Apple, Nike e Energizer. Primeira agência a se preocupar com as relações entre arquitetura e trabalho, tendo inclusive construído sua sede em Venice, Califórnia. Mas também uma agência com muitos conflitos internos e com os clientes, sendo alguns desses conflitos responsáveis por momentos antológicos na história da publicidade, como a festa oferecida por Jay Chiat no restaurante Spago, em Los Angeles, para comemorar a perda da conta da Apple.

George, be careful!, George Lois (Saturday Review Press, 1972)
George Lois, filho de um humilde florista grego, emigrou para New York e tornou-se um ícone da direção de arte em todo o mundo. São antológicas suas capas para a revista Esquire, nos anos 60, que geraram o livro George Lois, The Esquire Era. George, be careful! traz histórias divertidíssimas, extremamente humanas e algumas até arrepiantes, como a do dia em que ele quase jogou um contato da agência do 20º andar de um edifício da Madison Avenue só porque o tal contato não tinha conseguido aprovar o layout.

Against gravity, Ed McCabe (Warner Books, 1991)

McCabe começou em publicidade como office-boy aos 15 anos de idade e acabou se transformando no mais jovem redator a entrar para a Copywriter`s Hall of Fame. Montou uma agência, a Scali, McCabe, Sloves, também muito jovem, ficou muito rico, virou muso inspirador do filme Arthur, o milionário sedutor, cansou da publicidade, vendeu a agência, trocou de mulher e foi fazer o rali Paris/Dakar, o mais perigoso do mundo. Nesse livro, ele descreve sua aventura de vida, com um texto primoroso, no qual fatos absolutamente verdadeiros são muito mais instigantes do que a melhor das ficções.

Creative Company, Andy Law (John Wiley & Sons, 1999)


Livro da moda sobre publicidade no ano 2000. Relata a tentativa de um grupo de profissionais em fazer uma agência absolutamente diferenciada: a St. Luke`s. Algumas propostas novas, ou aparentemente novas, de trabalho e casos de sucesso, como a construção da marca Body Shop, fazem parte do livro. Mas o mais interessante, na verdade, é a descrição da estrutura da agência, uma espécie de cooperativa de criação, e a história do seu surgimento.

Saatchi & Saatchi: the inside story, Alison Fendley (Arcade Publishing, 1996)

O livro narra a história dos irmãos Charles e Maurice Saatchi e aborda fatos desde o nascimento da agência: a extrema criatividade, seu crescimento graças às ligações com Margaret Thatcher, a ambição desmedida, o gigantesco sucesso que virou fracasso, a recuperação, o rompimento e a fundação da nova e atual agência dos dois, a M&C Saatchi. Um livro interessante e honesto, da competente correspondente de mídia do London Evening Standard.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

As real as it gets...



Propaganda que traz o nome "As Real as is gets (Tão real quanto...)", foi criada para a Software Aisli(revendedora autorizada da Adobe) para divulgar a nova versão de seu software, Photoshop CS4.

Dê uma olhada no Making Off da peça:
http://www.flickr.com/photos/18697966@N00/sets/72157608377333404/detail/



 

Mídia Out Of Home ganha mais espaço na estratégia de Marketing.

Por Thiago Terra (thiago@mundodomarketing.com.br)


Em muitas estratégias de Marketing a mídia tem grande relevância na hora de atingir o consumidor. Atualmente, a Internet aparece como uma das mais badaladas, alcançando cada vez mais consumidores. Porém, para gerar maior impacto e principalmente o boca-a-boca, as estratégias de Marketing começam a reconhecer as mídias Out Of Home como ferramenta fundamental para a comunicação.

Cada vez mais surpreendentes, as mídias Out Of Home (OOH) não são tão novas quanto parecem. Os modelos mais antigos são conhecidos não como mídia essencialmente, mas como pontos turísticos às vezes, como o letreiro de Hollywood ou a avenida Times Square, em Nova York. Tanto em montanhas norte-americanas quanto nos elevadores de prédios comerciais brasileiros, as mídias OOH ganham espaço no mercado anunciante através de tecnologia e inovação.

Com ajuda de aparelhos eletrônicos e criatividade no desenvolvimento, as mídias não-convencionais se espalham por diversas cidades do Brasil e do mundo. Hoje o alcance é tamanho que as mídias Out Of Home foram parar dentro dos banheiros. Para entender um pouco mais sobre estas mídias, o Mundo do Marketing conversou com os principais profissionais responsáveis por estas mídias no Brasil.

Elevadores interativos
Locais de espera forçada são momentos propensos para conquistar a atenção do consumidor. Diferente de uma peça estática tradicional, os anunciantes hoje podem recorrer a uma mídia que pode ser veiculada em tempo real. Estar no elevador se tornou uma viagem mais silenciosa do que já é. A Elemidia reduziu os comentários sobre o tempo ou o trânsito com as principais informações do dia on-line, através de uma tela de LCD.

O conteúdo da Elemidia é decidido de acordo com o estabelecimento, público-alvo e anunciante. “A espera forçada faz com que a Elemidia tenha a atenção do consumidor. Juntamos o melhor do Out Of Home com o melhor da mídia digital com atualizações on-line”, diz Flávio Polay, Diretor de Marketing da Elemidia em entrevista ao Mundo do Marketing.

Um dos grandes trunfos desta mídia é poder segmentar a mensagem para o público certo. Com isso, as chances de retorno são maiores que uma mídia tradicional e o retorno é mensurado através do nível de repercussão. “A Elemidia é importante para a marca que quer repercussão e abrangência”, conta Polay.

Dentro da estratégia
Os consumidores de mídias Out Of Home já mostraram a eficiência delas e, por isso, hoje o OOH é parte das estratégias de Marketing entre as maiores empresas do país. Porém, para que não se torne uma criação sem conexão com a marca, é preciso haver um link entre a estratégia de Marketing e mídia. “É preciso que a estratégia de mídia tenha aderência com o Marketing”, aponta Otto Pajunk (foto), Diretor de Mídia da Artplan.

Com crescimento cada vez maior, as mídias OOH não se restringem mais a peças ao ar livre. Com a ajuda da tecnologia digital, o mercado oferece hoje uma série de novas mídias que juntas compõem o OOH. Mas, o que pode ser novidade para alguns brasileiros, é comum nos EUA. “Os painéis da Coca-Cola na Times Square e o letreiro de Hollywood são exemplos fantásticos de mídia Out Of Home”, afirma Pajunk em entrevista ao site.

Os Shoppings do Brasil já trabalham com as mídias OOH através de painéis com conteúdo jornalístico e publicitário. Além dos centros comerciais, as novas mídias estão também em academias de ginástica, lojas de conveniência, aeroportos, além de transportes públicos e supermercados. “Las Vegas seria uma cidade comum se não houvesse tantos letreiros luminosos”, complementa o diretor de mídia da Artplan.

Reflexo da mídia
O objetivo da mídia Out Of Home é apresentar soluções inovadoras para atingir o público. Pensando assim, a Biruta Mídias Mirabolantes desenvolveu este ano o Speel, um espelho que aciona a imagem publicitária através de um sensor que detecta a aproximação das pessoas.

O Spell foi desenvolvido dentro do conceito de mídia OOH, aproveitando melhor o espelho, mas não para ser somente uma mídia usada apenas em banheiros. “Não adianta falar que tem uma mídia de espelho se na verdade é um adesivo colado. O Speel pode ser usado de diversas maneiras”, explica Rafael Liporace (foto), sócio-diretor da Biruta Mídias Mirabolantes.

Com muitas novidades lançadas em mídias OOH, é cada vez mais difícil para o consumidor atentar para todas elas. Por isso, a Biruta percebeu a necessidade de planejar cada lançamento. “Aprendemos que é preciso planejar a mídia para que ela chegue à maturidade. Lançamos duas mídias por ano para que ela possa se consolidar no mercado”, ensina Liporace. O executivo afirma ainda que o Spell pode sair do banheiro e também do formato tradicional, mas que é necessário aguardar o momento certo.

Mensurar o retorno
Assim como as mídias tradicionais, o retorno das mídias Out Of Home é mensurado através de pesquisas. De acordo com o Instituto Datafolha, 67% das comunicações feitas pela Elemidia são lembradas e alguns anunciantes têm 30% de retorno em propaganda, afirma Flávio Polay, da Elemidia. “Prova da eficiência destas mídias é que em São Paulo um ponto de Táxi anuncia das 17h às 23h, assim como os restaurantes na hora do almoço”, conta o Diretor de Marketing da Elemidia.

Visibilidade e experiência com a marca também podem ser métricas para avaliar o poder de uma mídia OOH. “Manter contato e relacionamento com o consumidor através de uma mídia fortalece o elo e cria um vínculo para que o consumidor reverbere os conceitos daquela marca”, avalia Rodrigo Rivellino (foto), sócio da PlusMedia e Presidente da Aktuell p.s.v.a.

A melhor maneira para avaliar o desempenho do Out Of Home, segundo Otto Pajunk, é através das vendas. Porém, caso a empresa não esteja vendendo um produto ou serviço, e sim melhorando a sua imagem institucional, a Internet se mostra um bom caminho.

Segundo Pajunk, entre o fim de 2007 e o inicio de 2008, a mídia com maior porcentagem de resultado foi a OOH, com 86%. “Com este resultado posso afirmar que a OOH é a segunda mídia mais importante deste país, perdendo apenas para a TV aberta”, avalia o Diretor de Mídia da Artplan.

Um dos diferenciais das mídias OOH é justamente a sua diferença das outras e, por isso, ganha mais atenção do público. Desta forma o departamento de Marketing das companhias anunciantes precisa avaliar o nível de inovação de uma mídia Out Of Home antes de investir nela. “O Spell tem vantagem porque é uma inovação e o estranhamento das pessoas é importante para uma mídia OOH, porque gera impacto. Não posso dizer se é melhor ou pior, mas que é diferente”, completa Rafael Liporace.



 

Pepsi revela nova Tipografia e "novo" Logo!



E finalmente a Pepsi mostra o resultado do redesign de sua marca! Depois de soltarem um teaser na net e viralizar, a Pepsi apresenta sua nova identidade visual onde o logotipo sofre alterações no traço que, agora, faz alusão a um sorriso e deixa sua tipologia mais clean. Confira:



 
Confesso que essa mudança tem de vir com um poderoso plano de comunicação para tentar (acho difícil) tirar da cabeça de muitas pessoas, a marca antiga…

Campanha "Uggo Não"


A Smirnoff lança a segunda etapa da campanha “Uggo não”, agora com ações diferenciadas em cerca de 60 bares e casas noturnas de São Paulo. As novas peças, criadas pela JWT, dão dicas de como evitar os inconvenientes do exagero da bebida e aproveitar todas as possibilidades da balada, utilizando um tom coloquial para fugir da caretice e destacar o mote “Uggo não. Viva puras possibilidades. Beba sem exagero”. Foram criados adesivos para pias de banheiro com a mensagem “Uma aguinha vai bem”, além da distribuição de 30 mil garrafas de água com o nome da campanha impresso no rótulo. Sobre as mesas dos bares, o consumidor é impactado por “Uggo não” no fundo de copos e em bolachas de chope. Já no estacionamento, a surpresa está na própria chave do carro do cliente, que será entregue ao motorista envelopada com a mensagem “Em caso de uggo volte de táxi”.



 

Mídia Indoor

A lei Cidade Limpa completou um ano em São Paulo.Comerciantes e publicitários tiveram que se adaptar a nova realidade e criar alternativas para divulgar seus produtos sem infligir à lei. A Mídia Indoor é a saída para muitos deles pelas facilidades e preços baixos.
Através de quadros(monitores) colocados em locais estratégicos, em banheiros de bares e restaurantes, o público assimila as mensagens dos anunciantes.



 

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Grupo AMBEV com campanha publicitária para BRAHMA

A publicidade Brasileira é uma das mais criativas do mundo, principalmente na mídia televisiva, porém no ramo de comércio de cerveja o assunto abortado nas propagandas é sempre muito apelativo e repetitivo, exibindo mulheres suadas em locais paradisíacos, como praias e sítios.Na contra-mão desta mesmisse o grupo AMBEV, lançou uma campanha para uma das cervejas mais conhecidas, consumidas e antigas do nosso pais.A Brahma foi criada a 120 anos e para comemorar esta marca, a empresa lançou uma campanha junto com a venda de latas colecionáveis, representando cada época marcante desta cerveja. Na coleção está disponível, por exemplo, a réplica da primeira lata vendida no Brasil, a de comemoração dos 50 anos. entre outras.